
A asma é uma doença respiratória crônica caracterizada pela inflamação das vias áreas. Este quadro ocasiona sintomas como chiado no peito, falta de ar, aperto no peito e tosse [1]. É considerada um problema de saúde pública global, já que é uma das doenças crônicas mais prevalentes e implica em altos custos resultantes de medicações e, também, hospitalizações [2]. Sendo essa a doença crônica mais comum em crianças, um quarto das crianças e adolescentes são acometidos [3]. Além dos custos de saúde que são implicados pela doença, há também os prejuízos sociais relacionados à condição de vida diária, na produtividade de trabalho e no ambiente familiar [4]. O objetivo principal do tratamento da asma é o controle clínico, minimização dos sintomas diurnos e noturnos. O tratamento da asma pode ser farmacológico ou não farmacológico ou uma combinação dessas abordagens. A asma é uma condição crônica complexa e multifacetada que afeta os indivíduos de muitas maneiras diferentes, o que exige uma variedade de terapias complementares ou alternativas no manejo da condição clínica como em outras doenças crônicas [5]. Além dos tratamentos farmacológicos, há um grande interesse em abordagens não farmacológicas ou uma combinação dessas com o objetivo de estabelecer uma abordagem terapêutica multidimensional.
Saiba mais clicando aqui.

O programa Respire Bem tem como objetivo investigar os efeitos do exercício respratório em crianças e adolescentes com asma. Os resultados obtidos da pesquisa podem ajudar os médicos a tomar decisões de indicar ou não práticas respiratórias como o tratamento alternativo em pacientes com asma. O projeto é realizado por uma equipe multiprofissional no ambulatório de pneumologia pediátrica do Hospital Universitário da Universidade Federal do Rio Grande, FURG. Os pesquisadores envolvidos são vinculados ao Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde da Faculdade de Medicina da FURG e ao Programa de Pós-Graduação em Modelagem Computacional da FURG.
Este estudo é realizado sob a aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa na Área da Saúde (CEPAS) da Universidade Federal do Rio Grande, protocolo 179/2019. Você poderá ter acesso ao responsável pela pesquisa, Dr. Linjie Zhang e Sara Fernandes para esclarecimento de qualquer dúvida ou para qualquer consideração clicando aqui.